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Preciso de amor...

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Preciso de amor para amar Logo eu que sempre vivi de doar Sem ter que precisar me redimir  Minh'alma está apagada  Cansada de apenas sobreviver  Ela quer viver e voltar a brilhar Para ter o poder de iluminar Os passos no compasso dos versos Colorir o cinza da escuridão que me apaga  Até que não sobre mais nada Preciso de amor como nunca precisei Alguns apenas amam para viver Eu preciso também ser amada Minha razão de existir e sentir Sem ti como posso prosseguir?  Amor... Me tire da solidão Faça feliz o meu coração  A cada lindo dia uma emoção  Um novo começo dentro de mim Que marca uma trajetória sem fim 

Meu antidepressivo é você

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Meu antidepressivo é você, meu verso Que se transforma em vários versos Até tomar forma e virar poema Só você tem o poder  De tornar meu riso aberto Como o mais lindo céu azul Ao causar brilho nos olhos Só você carrega a magia De me contagiar de esperança Um propósito, uma vida Que volta a ser vivida por uma atitude: Arrumar nossas estrelas em constelações! Meu antidepressivo é você, meu verso E não precisa nem de rima

Finalmente te (re)encontrei

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Finalmente te encontrei Na profundeza do meu olhar Na preciosidade do despertar Através do seu leve sorriso Há tanto tempo escondido Consegui te enxergar Em seus olhos cor de mel Em seus lábios da verdade Um pedacinho do céu e sanidade Pude enfim recordar e confiar Voltar a sonhar com os pés no chão Mente sã e corpo são Redescobrir quem és Admirar os teus cabelos Refletidos em meu espelho Posso ficar em paz, tudo jaz Foi feita a minha vontade Agora eu sei... me enlacei E ao mesmo tempo me libertei Pois finalmente te reencontrei

Gratidão

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Gratidão... Pelas conversas em noites que eu precisava de uma companhia, porque me trazia conforto e alegria... Por ter me enviado sua arte, às vezes, em primeira mão, porque eu sentia que do seu Universo eu fazia parte... Por ter se importado com minha opinião, pois me fazia sentir importante, mesmo distante... Por ter respeitado todos os limites, pois me fazia sentir que eu podia confiar em ti... Por ter despertado em mim as adormecidas artes, pois me fez perceber que eu também sou capaz de me expressar de forma tão singular... Por ter me incentivado com exemplos a escrever textos de reflexões, que já tocaram tantos corações... Por ter acordado a poetisa adormecida em mim, pois quando expressamos o que realmente sentimos nos livramos do adoecimento pelo que reprimimos... Pelas canções de ninar que te pedi, que me ajudaram a sonhar, pois sentia nelas o carinho e a gentileza de uma alma devota, a qual sabia que podia contar... Por ter contribuído para que eu enc...

Lindo...

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Lindo... É o pôr do sol que faz sorrir Mesmo que seja o instante de partir Lindo... É contemplar as estrelas com equidade Mesmo com lágrimas de saudade Lindo... É enxergar-te nos meus mistérios Em momentos descontraídos e sérios Lindo... É conseguir desapegar e deixar ir Aquilo que é a razão do existir Lindo... É o olhar que fica na memória Mesmo que não tenha feito história Lindo... É deixar de lado quem queremos ao lado Por não sermos mais recebidos de bom grado Lindo... É preferir o não e um ponto final Do que persistir na toxicidade emocional Lindo... É conseguir cultivar no peito o amor Por tudo aquilo que nos causou dor Lindo...

Adeus

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Difícil se despedir De quem nunca existiu Ao mesmo tempo fácil esquecer Por saber que só viveu dentro de mim Foi apenas um ou vários personagens? Nem importa se nunca foi de verdade Pois quando é assim fica preso na alusão Não chega a virar nem a espera da ilusão Pois se na ilusão há a magia da quimera Na alusão há apenas uma rápida menção  Da insinuação nenhuma ação se espera Quem é você? Não sei E sei que nem você sabe Ontem te vi sem máscara Finalmente ela caiu em alguns versos  Na insensibilidade que não reconheci Foi ali que percebi que nunca conheci Então entreguei a Deus E registrei o meu Adeus

Em qual das estrelas se abriga?

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Essa semana vi as estrelas ao relento De modo que não via há muito tempo Céu aberto e completa escuridão Vislumbrei tanta constelação Ursa maior, ursa menor, escorpião... Uma visão que alucina e encanta Emoção de dar nó na garganta No céu não encontrei sofismo Nele desvendei todo o lirismo A todo momento imaginei você Em qual das estrelas se abriga? Em qual delas estás, me diga! Sei que não é tão brilhante quanto Sírios Mas posso sentir todo o seu brilho Me teletransporto e não mais me afasto Pois não há no universo nenhum outro lugar Mais regozijante do que dentro do seu abraço